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Monstro Invisível

Já que não posso ser belo, quero continuar invisível...

Monstro Invisível

Já que não posso ser belo, quero continuar invisível...

SILF - victim1

Monstro Invisivel, 25.06.07

Star I'l Like to Fuck nº1 - Mariana Monteiro (versão "Morangos Com Açúcar", isto é, cabelo curto)

When - Depois de uma noite de copos (ou, então, basta dizer: intoxicado por álcool).

Where - No meu quarto, virados para o espelho (não se pode perder uma visão singular como a ginga daqueles seios).

What - Penetração em doggy style, versão de pé, com a mão esquerda a puxar-lhe o cabelo; o braço direito iria acabar por fazer-lhe um mata-leão. O trick consiste em conseguir conciliar o orgasmo simultâneo com o momento que ela desmaia devido à falta de ar (sim, acreditem em mim, a privação de oxigénio é capaz de intensificar o prazer sexual).

What's the point?

Monstro Invisivel, 19.06.07
Vale mesmo a pena passarmos por tormentos e confusões durante anos para escolhermos uma pessoa, quando, na realidade, é bastante provável que ela não seja a ideal?

O que é que queres da vida?

Monstro Invisivel, 16.06.07

Juro que não sei.

Quando alcanço uma das coisas que ambicionava, acabo por perceber que, afinal, não era bem aquilo... Falta sempre "um bocadinho assim"!

Talvez seja uma questão de feitio. Para uns, está sempre tudo bem - é só descontracção e alegria. Para outros, impera uma visão pessimista - ainda está tudo por fazer.

Vejo os anos a passar e cada vez tenho menos certezas e mais dúvidas. O adolescente de cabelo comprido e cheio de dogmas deu lugar ao adulto (?) de pouco cabelo e cheio de inseguranças. Acho que o único ponto em comum está no facto de nenhum deles querer ter filhos - valha-me essa coerência (que, por sua vez, não passa de um triste sinal, sobre o qual não me quero aprofundar).

 

Só sei que, neste exacto momento, quero-a! A ela! Aspirar o cheiro daquela pele suave perfumada com Light Blue, da D&G. Quero tornar-me o Jean-Baptiste Grenouille...

"He's looking at you, kid"

Monstro Invisivel, 15.06.07

Sinto falta da minha Maffy.

Dos jantares, das conversas, das gargalhadas, do vernáculo.

Sinto falta de saber como está a vida dela. E de lhe contar o que (não) se passa na minha.

Apetece-me voltar a vê-la. Com aqueles cabelos louros e cútis ruborizada.

Por que é que mais ninguém grita "filho da puta" para o condutor que acaba de passar um sinal vermelho?

Sinto falta da minha amiga.

A realidade é muito mais fascinante do que a ficção

Monstro Invisivel, 13.06.07

Notícia no jornal SOL:

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Estados Unidos
Projecto militar queria construir ‘bomba gay’
Uma organização em Berkeley que controla os gastos militares diz ter descoberto uma proposta para criar uma bomba hormonal que provoca comportamentos homossexuais
 

O objectivo desta ‘bomba gay’ seria fazer com que os soldados inimigos se tornassem homossexuais e que desta forma a atenção dos militares se focasse no sexo e não nos combates, tal como noticia a CBS 5.

O Pentágono confirmou que líderes militares consideraram construir esta arma ‘alternativa’ mas acabaram por rejeitá-la. Edward Hammond, do Berkeley's Sunshine Project, a organização responsável pela descoberta, afirmou ter conseguido acesso a uma cópia do projecto argumentando com ‘Freedom of Information Act’.

Este projecto peculiar vem no seguimento de uma política de esforço militar para desenvolver armas não letais. A organização à frente deste recurso é o laboratório da Força Aérea, que pediu cerca de sete milhões e meio de para desenvolver a curiosa arma química.

Segundo Hammond, a ‘Ohio Air Force lab’ propôs que a bomba a desenvolver libertaria um «químico que provocaria a homossexualidade nos soldados inimigos, fazendo com que as suas unidades entrassem em colapso por causa da atracção irresistível entre soldados».

Oficiais militares insistiram à CBS 5 que actualmente já não estão a trabalhar na ideia e que o plano foi abandonado.

A comunidade gay na Califórnia já reagiu ao projecto considerando o conceito ‘bomba gay’ ofensivo e ao mesmo tempo hilariante.

«A história conta com muitos homens e mulheres soldados gays e lésbicas que serviram o exército com distinção», disse Geoff Kors da Equality Califórnia. «É ofensivo que eles pensem que por tornarem as pessoas homossexuais elas sejam incapazes de fazer o seu trabalho».

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