Uma brisa de ar fresco
Numa sexta-feira, depois das 10.15h, no fim do mês de Setembro, foram precisos 90 minutos para chegar de Queluz a uma praia de Sintra. Cortesia da IC19. A causa? Desconhecida. Entre obras, acidentes e aselhices, aquela estrada parece um Triângulo das Bermudas.
Sendo que o trânsito é das poucas coisas que tira do sério um cínico como eu e a mais genuína perda de tempo, tive ocasião para conceber algumas teorias sobre como aliviar o stress acumulado no tráfego.
Assim, se um condutor fez uma manobra estúpida e provocou um acidente que causou quilómetros de fila, ele devia encostar o carro na berma e quem se sentisse stressado metia os 4 piscas, saía do carro e iria espancá-lo. O mesmo seria aplicado aos chico-espertos que tentam ultrapassar o pessoal todo que está na bicha indo para uma berma e fingindo que estão perdidos. A agressão subiria de nível quando se trata da Brigada de Trânsito que se põe a fazer operações STOP em horas de ponta ou a fazer de polícias-sinaleiros em rotundas. São rotundas, estúpidos!
Ah, e quando uma auto-estrada da Brisa está em obras, os condutores deviam chegar à portagem e receber dinheiro em vez de ter de pagar, como forma de compensação pela coragem que implica andar nas vias rodoviárias de Portugal.
Traduzindo isto tudo em poucas palavras, era enchê-los a todos de porrada!
Nunca se deve substimar o poder da violência como arma de dissuasão.
