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Monstro Invisível

Já que não posso ser belo, quero continuar invisível...

Monstro Invisível

Já que não posso ser belo, quero continuar invisível...

Uma brisa de ar fresco

Monstro Invisivel, 06.10.07

Numa sexta-feira, depois das 10.15h, no fim do mês de Setembro, foram precisos 90 minutos para chegar de Queluz a uma praia de Sintra. Cortesia da IC19. A causa? Desconhecida. Entre obras, acidentes e aselhices, aquela estrada parece um Triângulo das Bermudas.

Sendo que o trânsito é das poucas coisas que tira do sério um cínico como eu e a mais genuína perda de tempo, tive ocasião para conceber algumas teorias sobre como aliviar o stress acumulado no tráfego.

Assim, se um condutor fez uma manobra estúpida e provocou um acidente que causou quilómetros de fila, ele devia encostar o carro na berma e quem se sentisse stressado metia os 4 piscas, saía do carro e iria espancá-lo. O mesmo seria aplicado aos chico-espertos que tentam ultrapassar o pessoal todo que está na bicha indo para uma berma e fingindo que estão perdidos. A agressão subiria de nível quando se trata da Brigada de Trânsito que se põe a fazer operações STOP em horas de ponta ou a fazer de polícias-sinaleiros em rotundas. São rotundas, estúpidos!

Ah, e quando uma auto-estrada da Brisa está em obras, os condutores deviam chegar à portagem e receber dinheiro em vez de ter de pagar, como forma de compensação pela coragem que implica andar nas vias rodoviárias de Portugal.

Traduzindo isto tudo em poucas palavras, era enchê-los a todos de porrada!

Nunca se deve substimar o poder da violência como arma de dissuasão.

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